Abaixo-assinado a favor da lei da Cópia Privada (PL118) gera polémica, isto tudo depois da SPA (Sociedade Portuguesa de Autores) ter publicado uma lista de 156 nomes de artistas que apoiam esta lei, ao que parece nenhum deles foi contactado para “assinar” a tal lista, foram simplesmente incluídos lá…

No JN:

A polémica atingiu, no entanto, novos contornos esta quinta-feira à noite, com a publicação, no Facebook, de um print screen em que um utilizador interpela António Pinho Vargas na rede relativamente ao seu apoio ao abaixo-assinado e o mesmo lhe responde que nada tinha assinado. “Não assinei nada. O assunto provoca-me dúvidas e a presença do meu nome será portanto abusiva”, dizia o compositor que, entretanto, já foi retirado da lista de assinantes. O print screen, no entretanto, foi passado e repassado online, dando origem a muitos comentários na página oficial da SPA no Facebook, palco escolhido pelos utilizadores para deixarem o seu descontentamento, e entupindo a hashtag #pl118, no Twitter.

Ao JN, o administrador da Sociedade Portuguesa de Autores, Pedro Campos, desvalorizou o assunto, considerando que “são pequenas questões que as pessoas se agarram quando estão em causa assuntos tão importantes”.

 

Parece que em Portugal vale tudo para fazer dinheiro…Agora a questão é “A SPA protege os autores, e quem protege os autores da SPA???”

Relembro que esta lei irá afectar todos nós, ou seja todo e qualquer suporte que possibilite fazer cópias, seja ele um tinteiro de uma impressora, passando pelos CDs e DVDs, cartões de memória,  até aos discos rígidos e mesmo cassetes de vídeo e mp3 leva um grande imposto logo na altura da compra, ou seja um disco de 1tb (1024GB) a taxa seria de “apenas” 20,48€…Resumindo um roubo à luz do dia e aos olhos de todos.

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